sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Argumentação
Professor, o politicamente correto
Um caso recentemente discutido na mídia foi o de uma professora que dançou funk em público, fez poses obscenas, deixou sua calcinha à mostra, um homem acentuou a exposição sexual e por fim as cenas foram filmadas e divulgadas na internet.
Essa história nos remete a vários questionamentos: até onde vai a privacidade de um professor? Qual é o exemplo que o professor deve dar? Deslizes, como o da professora citada, são casos para demissão?
Hoje o professor perdeu muito da sua autoridade em sala, sua voz já não é mais ativa como foi no passado, mas apesar disso continua sendo alvo de críticas e visto como o ser que deve ser politicamente correto perante a sociedade.
Não vemos como correto qualquer mulher se expor sexualmente e vulgarmente na sociedade, mas defendemos a questão de que o professor é ser humano como qualquer outro, passível de defeitos e qualidades. Nem sempre esse profissional está tão feliz. Sua vida é como a de qualquer profissional, com problemas, tristezas e dificuldades afetando diretamente nas suas atividades.
Além disso, podemos citar a condição financeira e cultural a que os professores tem acesso. Salários incompatíveis, muitas vezes, não propiciam frequentar lugares culturalmente elevados. A diversão pode se resumir a um baile funk.
Hoje famílias aplaudem crianças na TV dançando de short e salto “na boquinha da garrafa”. Concursos infantis exploram estereótipos de beleza das crianças. A sexualidade, o vulgar, o obsceno está no cotidiano, nas ruas, na TV... Quem irá contra isso? Será uma professora penalizada por atos da sociedade em geral?
Elenise
Rita
Rosa
Rosane
Um caso recentemente discutido na mídia foi o de uma professora que dançou funk em público, fez poses obscenas, deixou sua calcinha à mostra, um homem acentuou a exposição sexual e por fim as cenas foram filmadas e divulgadas na internet.
Essa história nos remete a vários questionamentos: até onde vai a privacidade de um professor? Qual é o exemplo que o professor deve dar? Deslizes, como o da professora citada, são casos para demissão?
Hoje o professor perdeu muito da sua autoridade em sala, sua voz já não é mais ativa como foi no passado, mas apesar disso continua sendo alvo de críticas e visto como o ser que deve ser politicamente correto perante a sociedade.
Não vemos como correto qualquer mulher se expor sexualmente e vulgarmente na sociedade, mas defendemos a questão de que o professor é ser humano como qualquer outro, passível de defeitos e qualidades. Nem sempre esse profissional está tão feliz. Sua vida é como a de qualquer profissional, com problemas, tristezas e dificuldades afetando diretamente nas suas atividades.
Além disso, podemos citar a condição financeira e cultural a que os professores tem acesso. Salários incompatíveis, muitas vezes, não propiciam frequentar lugares culturalmente elevados. A diversão pode se resumir a um baile funk.
Hoje famílias aplaudem crianças na TV dançando de short e salto “na boquinha da garrafa”. Concursos infantis exploram estereótipos de beleza das crianças. A sexualidade, o vulgar, o obsceno está no cotidiano, nas ruas, na TV... Quem irá contra isso? Será uma professora penalizada por atos da sociedade em geral?
Elenise
Rita
Rosa
Rosane
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Poesia escrita pelo Aluno Gabriel Silva, da EEB Lea Lepper a partir de uma atividade proposta no Avançando na Prática
Festa Junina
Festa junina, dia de comemorar.
Quentão, pinhão, todos vão ganhar.
Porque sem festa junina todos vão chorar.
Festa junina muito legal
Pipoca pulando
Festa junina dia de arrasar!
A dança da quadrilha todos vão dançar
Se todos dançarem, o pinão irá acabar
Casamento feliz.
Todos irão comemorar
porque sem ele a festa irá acabar.
Um dia legal
pipoca pulando, pinhão esquentando.
A festa junina é prá comemorar!
Festa junina, dia de comemorar.
Quentão, pinhão, todos vão ganhar.
Porque sem festa junina todos vão chorar.
Festa junina muito legal
Pipoca pulando
Festa junina dia de arrasar!
A dança da quadrilha todos vão dançar
Se todos dançarem, o pinão irá acabar
Casamento feliz.
Todos irão comemorar
porque sem ele a festa irá acabar.
Um dia legal
pipoca pulando, pinhão esquentando.
A festa junina é prá comemorar!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A Rosa é a nossa poetisa. Valemo-nos de sua poesia para manifestar alguns dos nossos sentimentos
O Jardim Interno
Abri a janela que dava para o jardim.
Do alto do quarto encontrei o roseiral
Borboletas, violetas, margaridas e arvoredos.
Rosas, enfim... roseiral, jardim, janela, quarto - MIM!
O perfume inigualável das rosas adentra os poros do meu ser.
Minha alma clama por beleza...
A busca constante de ar, de cor, de vida inebria o quarto.
A janela é a porta que leva à fantasia, a um mundo florido, colorido, perfumoso.
Os pensamentos voam, assim como as borboletas.
O coração palpita como a matriz eletrizante de enormes árvores...
Frutíferas, floridas, inspiradoras.
Busco na manhã descrita o enorme desejo de alcançar o jardim interior que habita meu
ser, sempre...colorido...perfumoso...florido..."jardinoso"...róseo..."borboletérico"...ou simplemesmente jardim!
Estou eu na janela...
(Rosa Adriana Thomaz Pereira)
Abri a janela que dava para o jardim.
Do alto do quarto encontrei o roseiral
Borboletas, violetas, margaridas e arvoredos.
Rosas, enfim... roseiral, jardim, janela, quarto - MIM!
O perfume inigualável das rosas adentra os poros do meu ser.
Minha alma clama por beleza...
A busca constante de ar, de cor, de vida inebria o quarto.
A janela é a porta que leva à fantasia, a um mundo florido, colorido, perfumoso.
Os pensamentos voam, assim como as borboletas.
O coração palpita como a matriz eletrizante de enormes árvores...
Frutíferas, floridas, inspiradoras.
Busco na manhã descrita o enorme desejo de alcançar o jardim interior que habita meu
ser, sempre...colorido...perfumoso...florido..."jardinoso"...róseo..."borboletérico"...ou simplemesmente jardim!
Estou eu na janela...
(Rosa Adriana Thomaz Pereira)
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Uma poesia para inspirar nosso próximo encontro
Reinvenção
A vida só é possível
reinventada.
Anda o sol pelas campinas
e passeia a mão
pelas águas, pelas folhas...
Ah! Tudo bolhas
Que vêm de fundas piscinas
de ilusionismo...- mais nada.
Mas a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.
[...]
(Cecília Meireles)
A vida só é possível
reinventada.
Anda o sol pelas campinas
e passeia a mão
pelas águas, pelas folhas...
Ah! Tudo bolhas
Que vêm de fundas piscinas
de ilusionismo...- mais nada.
Mas a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.
[...]
(Cecília Meireles)
domingo, 12 de julho de 2009
Texto escrito a partir da leitura do texto "A Pesca" de Affonso Romano de Sant'Anna
O Apelo do Peixe
Não me faça sentir a areia e ver o sol antes do tempo.
A água é minha vida, faz parte também da sua, não me afaste dela, não a substitua por água fervente, cheia de estranhos temperos.
Valorize o seu tempo e respeite o meu, não o interrompa aproveitando-se de minha ingenuidade.
Pense em sua família sem você e lembre-se: eu também tenho alguém no silêncio do meu lar.
Reflita: posso ser saboroso, mas sobreviver é mais prazeroso, sem rasgão, sem chagas, sem anzol.
Use sua boca para me proteger e fazer com que seus filhos e netos admirem o azul e a beleza do mar.
(Ana S Aline, Bruna, Rosângela e Lilian)
Não me faça sentir a areia e ver o sol antes do tempo.
A água é minha vida, faz parte também da sua, não me afaste dela, não a substitua por água fervente, cheia de estranhos temperos.
Valorize o seu tempo e respeite o meu, não o interrompa aproveitando-se de minha ingenuidade.
Pense em sua família sem você e lembre-se: eu também tenho alguém no silêncio do meu lar.
Reflita: posso ser saboroso, mas sobreviver é mais prazeroso, sem rasgão, sem chagas, sem anzol.
Use sua boca para me proteger e fazer com que seus filhos e netos admirem o azul e a beleza do mar.
(Ana S Aline, Bruna, Rosângela e Lilian)
terça-feira, 7 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Texto produzido a partir da música "Traduzir-se"
Os dois lados do meu amor
Uma parte de mim
te quer do meu lado
a outra
te espera consolado
Uma parte de mim
te beija, te abraça, te possui
a outra
da minha vida te exclui
Uma parte de mim
sente o doce sabor do seu beijo
a outra
nem por você sente desejo
Uma parte de mim
sabe que te ama e te quer
a outra
nem te vê como minha mulher
(Alexandre R. R.)
Uma parte de mim
te quer do meu lado
a outra
te espera consolado
Uma parte de mim
te beija, te abraça, te possui
a outra
da minha vida te exclui
Uma parte de mim
sente o doce sabor do seu beijo
a outra
nem por você sente desejo
Uma parte de mim
sabe que te ama e te quer
a outra
nem te vê como minha mulher
(Alexandre R. R.)
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Diário de Leitura
terça-feira, 9 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Mãos Dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspeitos ao anoitecer
a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade)
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspeitos ao anoitecer
a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
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