terça-feira, 13 de outubro de 2009

Argumentação

Professor, o politicamente correto


Um caso recentemente discutido na mídia foi o de uma professora que dançou funk em público, fez poses obscenas, deixou sua calcinha à mostra, um homem acentuou a exposição sexual e por fim as cenas foram filmadas e divulgadas na internet.
Essa história nos remete a vários questionamentos: até onde vai a privacidade de um professor? Qual é o exemplo que o professor deve dar? Deslizes, como o da professora citada, são casos para demissão?
Hoje o professor perdeu muito da sua autoridade em sala, sua voz já não é mais ativa como foi no passado, mas apesar disso continua sendo alvo de críticas e visto como o ser que deve ser politicamente correto perante a sociedade.
Não vemos como correto qualquer mulher se expor sexualmente e vulgarmente na sociedade, mas defendemos a questão de que o professor é ser humano como qualquer outro, passível de defeitos e qualidades. Nem sempre esse profissional está tão feliz. Sua vida é como a de qualquer profissional, com problemas, tristezas e dificuldades afetando diretamente nas suas atividades.
Além disso, podemos citar a condição financeira e cultural a que os professores tem acesso. Salários incompatíveis, muitas vezes, não propiciam frequentar lugares culturalmente elevados. A diversão pode se resumir a um baile funk.
Hoje famílias aplaudem crianças na TV dançando de short e salto “na boquinha da garrafa”. Concursos infantis exploram estereótipos de beleza das crianças. A sexualidade, o vulgar, o obsceno está no cotidiano, nas ruas, na TV... Quem irá contra isso? Será uma professora penalizada por atos da sociedade em geral?

Elenise
Rita
Rosa
Rosane